O Diário de um Banana
O Diário de um Banana... e o Meu
Críticas Recentes
«"Em primeiro lugar, quero deixar uma coisa bem clara: isto é um Livro de Memórias e não um diário.” Quem reconhecer este discurso certamente já “se cruzou” com Greg Heffley e os seus diários (que não o são...). A grande diferença neste título é o papel do leitor, que se torna também autor. Para isso, é convidado a responder a várias perguntas, a completar bandas desenhadas, a prever o futuro, a desenhar a sua própria casa e família, entre outras actividades bem imaginadas. Através de questões como “alguma vez te fizeram um corte de cabelo tão mau que não pudeste ir à escola?” e de escolhas sobre que videojogos, músicas, livros e filmes gostaria o leitor de levar para uma ilha deserta, o jovem vai traçando um retrato de si próprio e registando de uma forma alegre memórias que certamente gostará de revisitar no futuro. “Porque”, escreve Jeff Kinney, “um dia, vais querer mostrar às pessoas como eras em miúdo.” Sem dúvida.»
«Este livro tem duas partes: até ao meio, tem passatempos, bandas desenhas incompletas, textos com falta de palavras, inquéritos como: "Conheces bem o teu amigo?", "As tuas escolhas para uma ilha deserta", "Os maiores erros que cometeste até agora", etc. A segunda metade é constituída por folhas pautadas para "apontar as tuas actividades do dia-a-dia, escrever um romance, desenhar banda desenhada ou contar a história da tua vida".
Entre as duas partes, há uma banda desenhada a cores com 16 páginas, com tiras da autoria de Greg, Rowley e outras personagens dos livros de Jeff Kinney.
Enfim, trata-se de um suporte para que cada um, tomando como ponto de partida a vida do Greg e dos seus amigos, construa um relato alegre e bem disposto da sua própria vida.
Parece-me uma excelente prenda de Natal para os nossos filhos adolescentes, especialmente se forem fãs do Banana e dos seus diários»






